JEEP RENEGADE 2020, 1.8 flex, automático, chega aos 20 mil km rodados.

O “meu” Renegade alugado chegou aos 20 mil km, só depois de 28 meses de uso, são os efeitos da pandemia…

A locadora levou para a revisão, com duas reclamações minhas: barulho nos suportes superiores dos amortecedores dianteiros (situação comum em muitos carros do grupo JEEP-FIAT-etc) e barulho no banco do passageiro, quando ocupado.

Ambos já se apresentavam desde o carro novo, mas agora a Jeep prestou atenção e resolveu os dois. A locadora acatou a sugestão da concessionária de trocar a bateria, o que eu não teria feito se o carro fosse meu (não havia sinais de mal funcionamento e a bateria, por conta do start-stop, tem capacidade e vida útil bem superiores às baterias normais).

O Renegade continua sólido, sem outros barulhos na suspensão ou na carroceria. Os materiais resistem bem ao uso, excessão feita aos destoantes tapetes removíveis, fabricados na Holanda. Os bancos de couro são bastante resistentes, não se danificando mesmo com as caronas eventuais às duas cadelas do meu filho.

O desempenho não empolga, mas é razoável. O consumo idem, mas este é altamente impactado pelo tipo de trânsito enfrentado. Rodando com gasolina comum, quando as médias horárias do na cidade chegam perto dos 20 km/h, o consumo fica ao redor de 8 km/l. Já se a média fica próxima dos 30 km/h, o consumo melhora para 10 km/l. Bastante razoável para o tamanho e o peso do carro.

No geral estou satisfeito com o Renegade, mas imagino que o novo motor 1.3 turbo deva dar outra vida e melhores números ao SUV compacto da JEEP. Ele continua nas minhas opções de compra (ou aluguel) para 2023, quando acaba meu contrato.

Jeep Wrangler Sahara, V6, automático de 8 marchas, 2019.

O Wrangler foi para mim uma suspresa (positiva e completa). ]

Conheço de longa data as qualidades offroad da família CJ desde as versões CJ3 da década de 50, repontecializadas no Brasil com motor quatro cilindros de Opala.

Tive um CJ5, fabricado pela Ford do Brasil com motor 2.3 OHC e câmbio manual de 4 marchas. Fiz várias trilhas em um CJ7 (6 cilindros em linha), fabricado no início da década de 90, que um amigo meu dirigia. Nenhum deles primava pelo conforto. Todos eram excepcionais em suas habilidades fora de estrada.

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O Wrangler Sahara não abandona as competências tradicionais, mas Continuar lendo

Jeep Renegade, 2016/17, 1.8, Flex, automático de seis marchas, 4×2.

Test-drive.

O Jeep Renegade, o “queridinho” do mercado brasileiro, me mostrou rapidamente, neste primeiro contato, as razões pelas quais ele caiu no gosto do consumidor brasileiro.

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Antes de dirigir, sempre achei que ele fosse duro e me surpreendi antes da Continuar lendo

SUV, Crossover, novo ou usado?

Com a grande variedade de opções, tomar a decisão de que carro comprar parece cada vez mais difícil.

Vários são os fatores a serem levados em conta, alguns bem tangíveis, como: preço de compra, custo do IPVA, custo do seguro, custo de manutenção, depreciação, liquidez e tempo de garantia. Outros, ainda que tangíveis, são de valoração mais subjetiva ou difícil, tais como: prazer ao dirigir, robustez, praticidade, adequação ao uso, acabamento, etc.

Neste cenário fiz a comparação entre muitas alternativas, mas destaco as seguintes opções, em ordem alfabética: Continuar lendo

Jeep Compass 2014, 2.0, CVT chega aos 30 mil km.

Já publiquei neste blog alguns posts sobre o Jeep Compass 2014 e também fiz um comparativo, entre ele e o Suzuki Grand Vitara 2011. Agora, completados 30.000 km rodados, está na hora de uma avaliação “de longo prazo”.

Vale lembrar, 2016 é o último ano que o Compass tem esta aparência. A linha 2017 vai trazer um desenho completamente novo, mas, pelo que noticia a Jeep, serão mantidas a mecânica e o porte do Compass, que deverá passar a ser fabricado no Brasil.

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O silêncio a bordo continua me agradando. Crossover com nível de ruído de Continuar lendo

Jeep Renegade chega para sacudir o mercado de SUVs!

A Jeep começará a vender o Renegade no Brasil. A campanha de marketing na TV já deixa claro o forte apelo emocional que a Jeep quer associar ao seu filho mais novo.

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A versão topo de linha, a primeira que chega às lojas, tem preço salgado (perto dos R$ 120 mil), mas é super equipada. Com motor diesel e câmbio de nove marchas, este autêntico Continuar lendo

Jeep Compass 2014, 2.0, CVT

Primeiras impressões sobre o Jeep Compass 2014

Este é o primeiro crossover fabricado pela marca Jeep que chega ao Brasil. Nunca tinha andado num e fiquei intrigado em saber como seria a dinâmica do carro e ao sair da concessionária me surpreendi, positivamente.

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O silêncio a bordo é surpreendente, o câmbio CVT faz o carro pular no sinal, com uma relação bem Continuar lendo