Jeep Renegade T270 Longitude, chega aos 20 mil km.

Conforme publiquei aqui no BLOG, em agosto/2023 recebi o Renegade (2023/2024) no meu segundo contrato de assinatura, desta vez com a Localiza MEOO (que incorporou a Unidas Livre).

Ao completar dois anos, o Jeep está com 20 mil km, e já apresenta algumas falhas, que espero sejam resolvidas na revisão programada. São elas:

. Barulho na suspensão dianteira (nada que um aperto não resolva);

. Engasgos em reduções de velocidade, principalmente usando etanol (o conjunto motor/câmbio fica indeciso e o Jeep sacoleja…);

. Limpadores de para-brisa ineficientes (aparentemente borrachas ressecadas);

. Barulho na coluna de direção, na região do volante (acompanhando as irregularidades do asfalto);

. Dificuldade de partida com motor frio, quando usando etanol;

. Barulho e folga nos trilhos dos bancos dianteiros e barulho no painel interno da porta do motorista.

Outros pontos negativos a apontar, mas que são características do carro:

. Central multimídia não “conversa” bem com meus telefones com sistema Android (Motorola e Samsung);

. GPS nativo, mesmo atualizado na revisão de Ago/24, segue impreciso e pouco eficiente, o que me leva a preferir navegar via APP do celular,

No mais, o Jeep segue sólido, andando muito bem, consumindo coerentemente (cerca de 8 km/l de etanol para média horária de 24km/h) e ainda não requereu completar o nível de óleo do motor.

Jeep Renegade Longitude 2023/2024, 1.3 Flex, T270, automático. Continuação.

Conforme prometido no primeiro POST, faço aqui alguns comentários sobre a eletrônica embarcada nesta versão.

O sistema de frenagem de emergência funciona muito bem, quando a distância se reduz perigosamente, soa um alarme, acende um alerta no painel e o carro faz uma frenagem autônoma, reduzindo o risco de colisão.

Também o sistema de manutenção de faixa funciona de forma semelhante, mas ao se cruzar uma divisão de faixa sem dar a seta no mesmo sentido, o sistema atua na direção e faz movimento contrário, levando o carro novamente para o centro da faixa.

O sistema de leituras de placas de velocidade é bastante funcional, replicando em diversas opções de tela do painel, a velocidade limite indicada nas placas de rua. Uma câmera no para-brisa faz a leitura e o computador a interpreta.

O GPS nativo, da Tom-Tom, é um pouco impreciso em termos de rotas na cidade do Rio de Janeiro, e não incorpora informações de trânsito, o que é uma deficiência séria. Felizmente é possível usar o Google Maps replicado na tela central, com suas qualidades e defeitos.

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JEEP RENEGADE 2020, 1.8 flex, automático, chega aos 20 mil km rodados.

O “meu” Renegade alugado chegou aos 20 mil km, só depois de 28 meses de uso, são os efeitos da pandemia…

A locadora levou para a revisão, com duas reclamações minhas: barulho nos suportes superiores dos amortecedores dianteiros (situação comum em muitos carros do grupo JEEP-FIAT-etc) e barulho no banco do passageiro, quando ocupado.

Ambos já se apresentavam desde o carro novo, mas agora a Jeep prestou atenção e resolveu os dois. A locadora acatou a sugestão da concessionária de trocar a bateria, o que eu não teria feito se o carro fosse meu (não havia sinais de mal funcionamento e a bateria, por conta do start-stop, tem capacidade e vida útil bem superiores às baterias normais).

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Jeep Renegade 2020, 1.8 flex, automático, Longitude. Primeiras (boas) impressões ao dirigir!

Só rodei 350 km com meu Renegade, mas achei que valia a pena já comentar o que estou achando do carro. Para quem acompanha o blog, já publiquei dois posts sobre o Renegade, na versão Sport, Flex, de 2017.

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Neste 2020 o acerto do motor está melhor, apesar do Continuar lendo →

Jeep Renegade, 2016/17, 1.8, Flex, automático de seis marchas, 4×2.

Test-drive.

O Jeep Renegade, o “queridinho” do mercado brasileiro, me mostrou rapidamente, neste primeiro contato, as razões pelas quais ele caiu no gosto do consumidor brasileiro.

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Antes de dirigir, sempre achei que ele fosse duro e me surpreendi antes da Continuar lendo →

SUV, Crossover, novo ou usado?

Com a grande variedade de opções, tomar a decisão de que carro comprar parece cada vez mais difícil.

Vários são os fatores a serem levados em conta, alguns bem tangíveis, como: preço de compra, custo do IPVA, custo do seguro, custo de manutenção, depreciação, liquidez e tempo de garantia. Outros, ainda que tangíveis, são de valoração mais subjetiva ou difícil, tais como: prazer ao dirigir, robustez, praticidade, adequação ao uso, acabamento, etc.

Neste cenário fiz a comparação entre muitas alternativas, mas destaco as seguintes opções, em ordem alfabética: Continuar lendo →

Mais um leitor procurando um SUV como alternativa.

O leitor Antônio me escreveu:

“… tenho um Corolla xei 2011/12 aut, …. inapropriado para o Brasil (pistas de rolamento ou seria de obstaculos?!!!) penso em vende-lo e comprar um “SUV”. Inclino-me para o Mitsubischi ASX 2.0 4×4 por ser mais completo que o 4×2, salvo melhor juízo. Suas dimensões atendem melhor as minhas necessidades…… Na cidade com os espaços cada vez menores facilita encontrar vagas na hora de estacionar, além da altura entre o carro e o solo. … Estarei fazendo besteira? … surgiu uma oferta do dito asx 4×2 ano 2010/11. Vale a pena compra-lo? ….”

Meus comentários:

Seu caso é parecido com o post anterior e também com outros casos que comentei sobre alternativas de SUVs de entrada.

Acho o ASX 2.0 uma opção razoável, mas só compraria o 4×4 se Continuar lendo →

Jeep Renegade chega para sacudir o mercado de SUVs!

A Jeep começará a vender o Renegade no Brasil. A campanha de marketing na TV já deixa claro o forte apelo emocional que a Jeep quer associar ao seu filho mais novo.

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A versão topo de linha, a primeira que chega às lojas, tem preço salgado (perto dos R$ 120 mil), mas é super equipada. Com motor diesel e câmbio de nove marchas, este autêntico Continuar lendo →