Village Classic Cars 2019. Imperdível!

O evento de carros clássicos do Village Mall está, como sempre, sensacional. A entrada é franca para os visitantes (os expositores é que pagam…) e a coleção exposta é de alto nível. Alguns exemplares raríssimos, outros curiosos. Vale a visita. Nas fotos a seguir, um aperitivo do que você poderá encontrar. Se estiver no Rio, não deixe de ir à Barra e conhecer (o Village fica ao lado do Barra Shopping).

A exposição estará aberta até o próximo domingo (15/set). Até sábado de 12 às 22 horas. Domingo de 12 às 20 horas. Use o estacionamento do Village Mall.

Renault Captur, 1.6, 16V, flex, CVT, Intense, 2018/2019

O Renault Captur tem desenho moderno e interessante, porta-malas espaçoso e porte imponente, mas decepciona logo ao abrir a porta do motorista (claro que esta análise se dá partindo do fato que ele custa mais de R$ 84 mil).

O acabamento é simples, denotando materiais que não condizem com o preço Continuar lendo

Nissan Maxima V6, CVT, 2019

O grande sedã da Nissan não é um carro que empolgue, mas é difícil achar um defeito nesta “banheira” que se move com agilidade. O poderoso motor V6 de 300 HP ajuda na performance.

O moderno câmbio CVT (com 8 marchas pré-programas e trocas manuais) também ajuda. O conjunto tem casamento impecável e a tração dianteira não chega a atrapalhar. Um carro de 4,90 metros de Continuar lendo

Chevrolet Onix, 1.0 l flex, 4 cil, manual, 6 marchas, 2018/2019.

Não se deve esperar muito de um carro 1.0, colocado pela montadora no mercado para ser seu carro de entrada. Deveria ter desconfiado antes de dirigir, que alguma coisa deveria ser diferente dos outros “carros de entrada” concorrentes (nenhum carro é lider de um segmento do mercado sem razão…).

A primeira impressão é de amplitude Continuar lendo

Jeep Wrangler Sahara, V6, automático de 8 marchas, 2019.

O Wrangler foi para mim uma suspresa (positiva e completa). ]

Conheço de longa data as qualidades offroad da família CJ desde as versões CJ3 da década de 50, repontecializadas no Brasil com motor quatro cilindros de Opala.

Tive um CJ5, fabricado pela Ford do Brasil com motor 2.3 OHC e câmbio manual de 4 marchas. Fiz várias trilhas em um CJ7 (6 cilindros em linha), fabricado no início da década de 90, que um amigo meu dirigia. Nenhum deles primava pelo conforto. Todos eram excepcionais em suas habilidades fora de estrada.

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O Wrangler Sahara não abandona as competências tradicionais, mas Continuar lendo

Mitsubishi Outlander 2019, 2.4 litros, 4 cilindros CVT.

Esta versão de motor 2.4 (166 HP) acoplado com câmbio CVT do Mitsubishi Outlander não está a venda no Brasil (aqui o 4 cilindros é um 2.0 e ainda há opções de 3.0 V6 e diesel 4 cilidros).

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Vale a avaliação desta versão pois o carro é muito parecido com o 2.0 vendido no Brasil, Continuar lendo

MIAU – Museu da Imprensa Automotiva.

O Museu da Imprensa Automitiva – MIAU (este acrônimo é demais!), reabre suas portas nesta sexta, feriado, com uma exposição de manuais de proprietário, entitulada “Futura espécie em extinção”.

Do site do museu (www.miaumuseu.com.br) retirei as seguintes informações: Continuar lendo

A luz do óleo acendeu! O que fazer?

Fui abordado por uma senhora que não me conhecia na área de itens para carros de um supemercado do Rio de Janeiro.

Ela foi direta, “Que óleo devo comprar para meu Ecosport? A luz do óleo acendeu quando estava vindo para cá e estou com medo de andar assim, quero comprar um litro de óleo para completar…”. Dei a ela uma detalhada explicação sobre o caso dela, mas resolvi Continuar lendo

Segundo test-drive no Jeep Renegade, 2016/17, 1.8, Flex, automático, seis marchas, 4×2.

O Jeep agora já passou dos 31 mil km rodados, e fiz outro test-drive. O Renegade ainda está sólido e sem ruídos. A suspensão é firme e não dá muita bola para a buraqueira do Rio de Janeiro. O “queridinho” do mercado brasileiro, continua mostrando a razão de ser de sua fama e a sua posição no mercado.

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O Renegade manteve a boa dinâmica, não balança de lado nas curvas, o que o torna próximo do comportamento de um sedã.

Nesta versão Sport 4×2, o motor 1.8 de origem FIAT, responde bem, não é um atleta, mas é ajudado pelo câmbio automático de seis marchas. O sistema start-stop funciona bem e favorece ao consumo relativamente baixo (para o porte do carro). Para os saudosos do Mitsubishi TR4 (fora de linha), que adotarem o Renegade, vão se surpreender com o baixo consumo. O ajuste é para o etanol, com este combustível a a média urbana fica acima de 7 km/l, melhorando para 8 km/l se abastecer com gasolina, o que torna o álcool a opção mais econômica.

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O acabamento interno, que é muito bom, resistiu bem aos dois anos de uso. Como já havia percebido, me surpreendi com o silêncio a bordo (mais uma vez, no padrão dos sedãs).

Também como já tinha observado, o espaço interno é ótimo para quatro, mas o quinto passageiro, que viaje no meio do banco de trás, não se sentirá no sofá de casa…O computador de bordo tem boas funcionalidades, incluindo um conveniente sensor de posição traseiro e monitor de pressão dos pneus.

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A carroceria é muito bem estampada e transmite robustez. O porta-malas decepciona, é pequeno para o tamanho e proposta do carro. Um volume grande para bagagem seria ganho com a adoção de um estepe fino, só para as emergências.

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O pacote de acessórios desta versão Sport (a de entrada em 2017 para o grande público) é bem grande e supera os concorrentes diretos.

Mimos eletro-eletrônicos, como o farol de neblina que acende de um lado quando você está manobrando o carro devagar, estão por todo o carro. No “conjunto da obra” o Renegade continua me agradando muito. Não gosto muito dos retrovisores externos de superfície dupla, mas eles estão presentes em quase qualquer carro do mercado americano.

Ao longo destes dois anos, poucos problemas apareceram no Renegade, mas desde o começo não gostamos do atendimento da concessionária AGO na Barra. Ela não soube resolver um barulho aparentemente na suspensão. Precisamos mudar de concessionária para o problema ser resolvido, com a troca de um batente. Depois, apareceu um alerta no painel, que era um problema intermitente, eles também não souberam resolver. Na Azurra de Botafogo identificaram que ao instalar os bancos de couro na AGO haviam deixado um conector mal encaixado. Simples.

A FCA, se não tratar de suas concessionárias, abalará negativamente a imagem da JEEP.

 

Renault Kwid 2018, 1.0, 3 cilindros, flex, 5 marchas.

O pequeno Kwid 2018 era, para mim, uma curiosidade desde seu lançamento. Pequeno e bonitinho, com preço baixo (para os padrões brasileiros) ele se tornou um “arroz de festa” nas ruas. No Rio você vê Kwids em qualquer lugar, apesar do pouco tempo de lançamento (comparado com seus concorrentes mais diretos, os Fiats Uno e Mobi).

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O pequeno carro é uma agradável surpresa Continuar lendo