As gasolinas vendidas ao público (em postos confiáveis) têm cores diferentes. A razão é facilitar a identificação por parte do cliente (além de facilitar também a identificação ao longo da cadeia de suprimento).
Vale lembrar, as gasolinas são produzidas nas refinarias brasileiras ou importadas (aí produzidas em refinarias estrangeiras). Quando as distribuidoras compram a gasolina “pura”, ou seja, sem aditivos ou corantes, cada uma delas colocará três partes à gasolina, a saber: etanol, corantes e aditivos.
O etanol em percentual fixado pelo governo federal. Os corantes são escolhidos pelas distribuidoras, para identificar cada tipo de gasolina. Os aditivos também são escolhidos pelas distribuidoras, visando dotar aquele tipo de gasolina de alguma característica que seja diferenciadora das demais (como detergentes, por exemplo).
Na prática, geralmente não vemos a cor da gasolina que é colocada no tanque de nossos carros, mas a ANP (Agência Nacional de Petróleo) obriga a que todos os postos tenham vasilhame de aferição de volume, onde o cliente do posto pode solicitar a verificação do volume medido na bomba e o volume do vasilhame de referência. Na parte superior do vasilhame há um “pescoço” de vidro, onde o volume é aferido e a cor da gasolina pode ser observada.
Os corantes não conferem características de desempenho à gasolina, apenas identificam o seu tipo (no caso da Petrobras: Comum. Grip e Podium).


