Datas limite de pagamento do IPVA no RJ em 2021

Esta é a tabela com as datas, retirada do site do DETRAN-RJ

Finais de
Placa
Pagamento integral
ou Vencimento
1ª parcela
Vencimento
2ª parcela
Vencimento
3ª parcela
021/jan22/fev24/mar
122/jan23/fev25/mar
225/jan24/fev26/mar
326/jan25/fev29/mar
427/jan26/fev30/mar
528/jan01/mar05/abr
629/jan02/mar06/abr
701/fev03/mar07/abr
802/fev04/mar08/abr
903/fev05/mar09/abr
https://banco.bradesco/html/classic/produtos-servicos/mais-produtos-servicos/pagamentos.shtm

Vale lembrar, em 2021 o DPVAT não será cobrado da maioria dos veículos (particulares), pois a Seguradora Líder acumulou recursos capazes de sustentar a iniciativa sem novas cobranças este ano. Alívio no bolso…

Por outro lado, a GRT do Detran-RJ, que o proprietário no Rio paga para poder licenciar o automóvel anualmente está disponível para emissão no site do Bradesco. Em 2021 o valor é de R$ 219,37, em cota única. A GRT deve ser quitada para que o Certificado de Licenciamento e Registro de Veículo (CRLV) anual seja emitido pelo departamento de trânsito.

A GRT de 2021 tem dois valores embutidos: R$ 156,69 referentes à taxa de licenciamento anual e R$ 62,68 relativos à emissão do CRLV.

Curiosamente, a partir deste ano, o documento veicular não será mais emitido em papel. Os motoristas terão apenas a versão on-line para baixar em seus celulares (CRLV-e) ou podem imprimir em casa o mesmo documento. A emissão requer baixar o aplicativo específico da Carteira Digital de Trânsito.

Combustível líquido “limpo” para salvar os motores a combustão…esta imprensa “especializada”…

Ontem o site automotivo AUTO ESPORTE, vinculado ao jornal “O GLOBO”, deu mais uma bola fora, do ponto de vista técnico. O título da matéria, publicada na sua aba MOBILIDADE, “Salvação dos carros a combustão? Porsche quer fabricar gasolina que não precisa de petróleo”.

A matéria conta que a Porsche fez uma parceria com uma empresa do Chile para produzir combustível líquido a partir de CO2 da atmosfera e hidrogênio retirado da água. O autor do artigo diz que a idéia é produzir um combustível que não seja dependente do petróleo e, portanto, menos poluente.

Para garantir a energia para o processo, serão usados aerogeradores, segundo o autor, a região onde a fabrica produzirá o combustível é bem atendida em intensidade de ventos.

Ele escreve: “São utilizados eletrolisadores, que conseguem “separar” a água em seus elementos básicos, hidrogênio e oxigênio. Após esse processo, há uma combinação com o CO², formando uma substância conhecida como metanol.

Esse metanol passará por um processo de melhoramento, sendo capaz de apresentar um rendimento até superior aos combustíveis tradicionais. Por conta de sua formação química, a queima do combustível é de baixa intensidade, sem a presença de componentes como o benzeno.”

Ai começam as bobagens, metanol é metanol, uma fórmula química definida em todo o mundo, portanto, não pode passar por “melhoramentos”, o que é possivel fazer é aditivá-lo, criando um combustível que não é mais apenas metanol.

Ele também escreve: “Outro ponto positivo é que esse composto pode ser distribuído em postos de combustível tradicionais, além de não exigir mudanças estruturais dos motores a combustão. Por outro lado, a tecnologia ainda é cara e depende de uma escala maior de produção para ficar mais acessível, enquanto o metanol em si é altamente tóxico para o humano.” Estes são pontos importantes, metanol dificilmente será distribuído em postos comuns, por ser altamente tóxico e cancerígeno, também tem um fator de risco, pois sua chama é quase invisível, podendo ser iniciado um incêndio sem que as pessoas percebam o perigo iminente.

Vale lembrar, o metanol é combustível de várias categorias de automobilismo de competição, como a Nascar e a Formula Indy. Portanto, seu uso em motores a combustão é completamente dominado. Não ganhou o grande mercado por conta dos riscos associados ao seu uso.

Também me parece improvável que alguma empresa invista em metanol, na forma como descrito na matéria, dado que a rota tecnológica do etanol, igualmente um combustível “limpo”, é dominada no Brasil desde os anos 1980 e em outros países mais recentemente.

Vale ainda lembrar, alguns laboratórios pelo mundo, como o da Inglaterra que foi tema de uma reportagem do Fantástico, já desenvolveram processos em escala laboratorial para gerar hidrocarbonetos “sintéticos”, a partir do CO2 existente no ar, gerando hidrocarbonetos líquidos (combustíveis) de molécula curta capazes de serem queimados em motores à combustão interna, produzidos sem uma gota de petróleo. Estes processos ainda são caros para ganharem escala industrial.

Os diferentes pára-choques e os ângulos de entrada (ou de ataque) do Jeep Renegade.

Um leitor observou que os Jeeps Renegade, quando lançados, tinham dois formatos de pára-choques dianteiros, os modelos 4×2 incorporavam um spoiler na parte inferior, já os modelos 4×4 “mansos” também adotavam o spoiler, apenas na versão “casca-grossa” Trail-Hawk não havia este spoiler. Com o tempo, as versões 4×4 em geral perderam o spoiler e atualmente todas as versões têm pára-choques sem spoilers. O leitor quer saber a razão.

Esta não é uma resposta da Jeep, mas uma inferência minha. As versões 4×4 tinham o spoiler suprimido para melhorar o ângulo de ataque, já as 4×2 tinham o spoiler para melhorar a aerodinâmica do Renegade. Entretando, com ângulo de ataque muito pequeno, as versões 4×2 eram frequentemente vistas “raspando” o spoiler em meio-fios (estacionando em espinha de peixe) e em entradas de garagem subterrâneas, o que era constrangedor para um veículo de proposta “aventureira”.

A eliminação do spoiler resolveu este problema e deu ao SUV 4×2 melhor dinâmica em terrenos acidentados e no uso urbano. Também, ao padronizar os para-choques, a Jeep reduziu os custos de produção.

Para entender melhor o que estes ângulos significam, vamos relembrar o post aqui do BLOG de 2016, que explicou o que é o ângulo de ataque e o de saída, e de quebra (com trocadilho) o ângulo de quebra (não resisti…).

Ângulos de entrada, saída e de quebra. Estes ângulos são muito importantes para a dinâmica dos veículos offroad e também para os carros de rua.

Vamos definir cada um deles e esclarecer sua utilidade.

Ângulo de entrada (AE). Também é chamado de ângulo de ataque. Ele é formado entre a horizontal e a reta que tangencia o pneu dianteiro e o ponto inferior da área frontal do veículo.

Veja o que é o ângulo de entrada (AE) no desenho esquemático da figura a seguir. O AE é responsável pela capacidade do veiculo enfrentar obstáculos verticais (um meio-fio alto ou uma rampa íngreme, por exemplo). Quanto maior o ângulo, mais capaz é o veículo.

angulos fig1

Já o ângulo de saída (AS) também pode ser visto na mesma figura. O AS é o responsável pela capacidade do veículo sair de uma depressão ou de um declive acentuado, por exemplo. Quanto maior o ângulo, mais capaz é o veículo.

O terceiro ângulo importante para a dinâmica veicular é o ângulo de quebra (AQ, ou break-over angle, em inglês). Ele é formado entre tangentes aos dois pneus, tendo como vértice o ponto mais baixo da parte inferior do veículo. Ele pode ser visto no desenho esquemático anterior, marcado em vermelho. Este ângulo representa a capacidade do veiculo transpor obstáculos altos e curtos (menor que a distância entre eixos) ou de sair de um aclive íngreme. Quanto menor o ângulo, mais capaz é o veículo.

Na figura a seguir, que deve ser comparada à primeira, visa mostrar que, se um mesmo veiculo for “alongado” seu AQ tende a aumentar, piorando a sua capacidade de vencer obstáculos em offroad.

angulos fig2

Se você não gostou dos meus desenhos esquemáticos, seguem abaixo dois desenhos profissionais, elaborados pelo fabricante americano de caminhões International®. A primeira mostra os ângulos de entrada e saída.

ae as angulos

A segunda mostra o ângulo de quebra.

aq angulo

Observem algumas fotos dos Renegades e tire suas próprias conclusões…

Pára-choque sem spoiler – Jeep Renegade Longitude 2021 – Foto promocional do site da Jeep do Brasil
Pára-choque com spoiler – Foto GTCARLOT (USA dealer)

Acelerador travado em carro automático, voltando ao tema…

Em 2014, meu leitor Ãngelo levantou o tema, depois de ver uma reportagem na TV. Com cada vez mais carros automáticos sendo vendidos no Brasil, o tema foi assunto de dois novos leitores.

Atualizo o post…

O Ângelo, em 2014, estranhou as orientações da reportagem e resolveu saber o que eu acho sobre o caso.

Esta situação é mais comum do que parece. Pessoas habituadas aos carros manuais, ao dirigir automáticos, se confundem com os pedais e pisam no acelerador como se fosse o freio. Como a força necessária ao freio é muito maior que a usada no acelerador, o pedal afunda até o chão e por vezes fica preso no tapete, disparando o carro, que está engrenado (em Drive).

Casos notórios no Rio, como o do carro que saiu de dentro de uma garagem, atravessou todas as pistas e calçadas da avenida e só parou nas areias da praia do Leblon, e o do carro que ficou pendurado na altura do quinto andar na Avenida Rui Barbosa, foram parar nos jornais.

Voltando à dúvida dos leitores, recomendo que num caso destes, a primeira coisa a fazer é manter a calma e desligar a chave do carro, pois aí se corta a alimentação do motor e o carro vai parar em poucos metros.

É verdade que neste caso a assistência hidráulica da direção deixa de funcionar, deixando-a muito pesada e difícil de manobrar, e há que cuidar para que a posição da chave não acione a tranca da direção, mas ainda assim é a opção mais rápida e segura de sair da situação de risco.

Tentar colocar a alavanca do câmbio no neutro é outra opção, mas requer perícia, ela pode não funcionar (o motor estará em alto giro) e há a hipótese de se engatar uma outra marcha, como a ré, agravando a situação. Lembre que este será um momento de tensão e risco.

Há anos vi um manobrista destruir um raro Santana automático ao retirá-lo de uma garagenm subterrânea de um restaurante paulista. Ele pisou fundo para subir a ladeira (à moda dos manobristas), o acelerador travou e ele cruzou a rua, colidindo com um carro estacionado, o carro batia e voltava, por mais duas ou três vezes e aí ele engatou a ré e desceu a ladeira em disparada, destruindo o Santana na primeira coluna da garagem. Felizmente ninguém se machucou.

Por estas e outras, recomendo: desligue o motor, mantenha a chave no contato para não travar a coluna de direção, ligue o pisca-alerta e deixe o carro parar. Durante a redução de velocidade, na maioria das vezes, será mais fácil colocar a alavanca em Neutro.

Comprar um SUV 0 km, na casa dos R$ 80 mil.

Meu amigo JR quer comprar um SUV (ou crossover), 0 km, na casa dos 80 mil reais (baixos). Ele não é PCD, nem tem CNPJ, ou seja, pagará o preço de mercado. Ele precisa de um carro com razoável espaço interno, bom porta-malas, econômico e, de preferência, automático.

Missão quase impossível, com este limite, as opções não são muitas. Vamos a elas, em ordem alfabética, com avaliações qualitativas:

Chery Tiggo5 1.5 automático – ano/modelo: 19/20, preço: 83 mil reais, rede de concessionárias: pequena, valor de revenda: incerto, prestígio: em ascenção, espaço: razoável, acabamento: razoável, atualização tecnológica mecânica: obsoleto, nível de acessórios: alto, segurança: mediana, economia de combustível: ruim.

Chevrolet Tracker 1.0 turbo automático – ano/modelo: 20/21, preço: 79 mil reais, rede de concessionárias: grande, valor de revenda: bom, prestígio: alto, espaço: grande, acabamento: bom, atualização tecnológica mecânica: alta, nível de acessórios: médio, segurança: alta, economia de combustível: boa.

Ford Ecosport 1.5 automático – ano/modelo: 20/21, preço 83 mil reais, rede de concessionárias: grande, valor de revenda: ótimo, prestígio: grande, espaço: apertado, acabamento: bom, atualização tecnológica mecânica: média, nível de acessórios: baixo, segurança: média, economia de combustível: média.

Hyundai Creta 1.6 automático – ano/modelo: 20/21, preço 80 mil reais, rede de concessionárias: média, valor de revenda: bom, prestígio: médio, espaço: médio, acabamento: bom, atualização tecnológica mecânica: baixa, nível de acessórios: médio, segurança: média, economia de combustível: ruim.

Jeep Renegade 1.8 automático – ano/modelo: 20/20, preço: 76 mil reais , rede de concessionárias: média, valor de revenda: ótimo, prestígio: alto, espaço: bom, acabamento: ótimo, atualização tecnológica mecânica: média, nível de acessórios: bom, segurança: alta, economia de combustível: ruim.

Renault Duster 1.6 CVT – ano/modelo: 20/20, preço 83 mil reais, rede de concessionárias: grande, valor de revenda: bom, prestígio: médio, espaço: ótimo, acabamento: ruim, atualização tecnológica mecânica: baixa, nível de acessórios: baixo, segurança: média, economia de combustível: ruim.

Renault Captur 1.6 CVT – ano/modelo: 20/20, preço 88 mil reais, rede de concessionárias: grande, valor de revenda: bom, prestígio: médio, espaço: ótimo, acabamento: médio, atualização tecnológica mecânica: baixa, nível de acessórios: baixo, segurança: média, economia de combustível: ruim.

VW T-Cross 1.0 turbo – ano/modelo: 20/21, preço 89 mil reais, rede de concessionárias: grande, valor de revenda: ótimo, prestígio: alto, espaço: bom, acabamento: bom, atualização tecnológica mecânica: alta, nível de acessórios: médio, acabamento: bom, segurança: alta, economia de combustível: ótima.

Vale comentar, estes são valores anunciados na segunda quinzena de novembro de 2020, na sua maioria, referentes a modelos automáticos em suas versões mais simples. Versões com a mesma mecânica mas níveis de acessórios e acabamento mais caprichados podem ter preços acrescidos em mais de 20 mil reais.

Há que cuidar, como sempre digo, de mil em mil, acaba se comprando uma Ferrari de mais de milhão.

Etanol ou gasolina, o que é mais econômico usar?

Já publiquei aqui no BLOG uma teste de longa duração, feito com o Fiat 500 (Sport MultiAir Flex Auto) da minha esposa, rodando longos períodos apenas com um combustível (etanol ou gasolina comum) para avaliar o consumo e o custo do quilômetro rodado. Naquele post ensinei como realizar o mesmo teste e os respectivos cálculos para você fazer no seu carro e no percurso que costuma trafegar.

Desde que comecei a usar o meu Renegade 2020 (Longitude Flex Auto) repeti o teste, em blocos de aproximadamente 1100 quilômetros cada, anotando todos os abastecimentos e usando a referência de preços do posto que quase sempre abasteço.

Com esta iniciativa, já rodei mais de 4400 km e completei dois blocos com etanol (com os preços de R$ 3,499 o litro) e dois blocos com gasolina comum (com os preço de R$ 4,479 o litro). Nestas condições, com médias horárias muito parecidas, cheguei ao custo do km rodado com gasolina de R$ 0,51 e no etanol, R$ 0,53.

Nestas condições o custo do km rodado com gasolina é 4% mais barato que rodar com o etanol.

Vale destacar, se o preço do etanol estivesse igual à 70% do preço da gasolina comum, a situação se inverteria, com o custo do km rodado no etanol sendo 6% mais barato que rodar na gasolina.

Fica a dica! É fundamental ficar atento nos preços dos combustíveis e saber as características de consumo do seu carro no seu tipo de uso rotineiro.

Trocar o iX-35 por outro crossover, bem equipado.

Meu amigo MM decidiu trocar seu Hyundai iX-35. Diferente da maioria dos proprietários do iX-35 que conheço, o MM experimentou o que há de pior no carro, que concentrou muitos defeitos de fábrica, reparados em garantia (de 5 anos), mas que fizeram com que ele ficasse sem carro muitas vezes e perdesse a confiança (ou a paciência) na marca.

Como tem dois filhos (crianças que não usam mais carrinho) o generoso espaço do iX-35 não é mais necessário. MM está focado no HR-V da Honda (a versão com o motor 1.5 turbo) e no T-Cross da VW (o 1.4 turbo). Ambos são ótimas escolhas, mas sugiro que ele também dê uma avaliada no Ford Territory (1.5 turbo), no Audi Q3 (1.4 turbo) e no Chevrolet Tracker (1.2 turbo).

O MM também se interessou pelo Jeep Compass (2.0 aspirado), alertei para o alto consumo (se comparado ao das outras opçoes analisadas).

Para o MM, o carro precisa ter teto solar, câmbio automático, motor econômico, muitos equipamentos embarcados, segurança alta e boa dinâmica.

Nas suas versões mais completas, podemos achar nos sites de venda de carros na internet, os carros sugeridos pelos seguintes preços:

  • Tracker Premier por: R$ 120 mil
  • T-Cross por: R$ 131 mil
  • Compass Limited Flex: R$ 135 mil
  • HR-V Touring por: R$ 145 mil
  • Compass Limited Diesel 4×4: R$ 160 mil
  • Territory Titanium por: R$ 190 mil
  • Q3 Prestige por: R$ 224 mil

Por conta do preço, o Compass Diesel*, o Territory e o Q3 estão fora da prioridade.

Ficam para comparação o T-Cross, o Tracker e o HR-V. O Tracker tem o menor motor, mas é muito moderno no projeto de carroceria e no conjunto motor/câmbio. O HR-V tem um motor moderníssimo, mas com carroceria já muito batida, deve estar prestes a mudar. Já o T-Cross, que tem ótimo conjunto motor/câmbio, deixa a desejar no espaço interno e porta-malas, mas esbanja no painel totalmente digital.

Recomendei ao MM que leve a esposa para um teste drive em cada um antes de decidir, pois as 3 primeiras opções são bastante diferentes entre si, e como ela será a principal motorista, a adaptação à dinâmica do carro e à manobrabilidade, serão fundamentais para uma convivência pacífica.

Os 3 são ótimas opções para a proposta da família. Boa sorte na escolha!

*Se a família do MM pretender rodar muito com o carro novo, vale a pena fazer as contas, pois o custo do km rodado no diesel é bem menor e pode ser vantajoso pela economia no combustível e pelo maior preço de revenda.

O que são os motores de bloco grande e de bloco pequeno?

Quem anda assistindo os programas americanos de corridas de arrancada (no quarto de milha) e os programas de restauração de carros clássicos, toda hora está ouvindo as expressões BLOCO GRANDE e BLOCO PEQUENO, mas afinal o que é isso?

Podemos fazer uma divisão clássica, onde bloco grande e bloco pequeno são categorias informais dos motores V8, com comando de válvulas por haste e balancim (pushrod).

Embora normalmente (e obviamente) os motores de bloco grande sejam Continuar lendo

Tiggo 8, turbo GDI é tudo o que o anúncio na TV transparece ser ?

A CAOA fez um ótimo trabalho ao trazer a produção dos carros da Chery para o Brasil e incorporar padrões de qualidade e atualização tecnológica em seus veículos. A linha Tiggo ficou bem mais bonita e incorpou vários avanços com relação aos modelos Chery pré-CAOA.

No caso do Tiggo 8 GDI, o anúncio veiculado na TV transparece ser um carro acima do que de fato é. Vamos aos fatos: Continuar lendo