JEEP RENEGADE 2020, 1.8 flex, automático, chega aos 20 mil km rodados.

O “meu” Renegade alugado chegou aos 20 mil km, só depois de 28 meses de uso, são os efeitos da pandemia…

A locadora levou para a revisão, com duas reclamações minhas: barulho nos suportes superiores dos amortecedores dianteiros (situação comum em muitos carros do grupo JEEP-FIAT-etc) e barulho no banco do passageiro, quando ocupado.

Ambos já se apresentavam desde o carro novo, mas agora a Jeep prestou atenção e resolveu os dois. A locadora acatou a sugestão da concessionária de trocar a bateria, o que eu não teria feito se o carro fosse meu (não havia sinais de mal funcionamento e a bateria, por conta do start-stop, tem capacidade e vida útil bem superiores às baterias normais).

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MUSTANG 2022, 4 CILINDROS TURBO, AUTOMÁTICO, 10 MARCHAS.

Já publiquei um post neste blog quando dirigi um Mustang GT, V8… com mais de 400 HP, ele era um foquete esperado. Fiquei muito curioso, desde que a Ford lançou esta versão “de entrada”, com motor 2.3 litros, com turbo, e “meros” 27 mil dólares de preço. Queria saber se este motor daria conta do recado, mas logo descobri que, definitivamente DÁ !

Esta versão é um carro simples e barato (para os padrões americanos), custa o mesmo que um Honda Civic ou um Toyota Corolla (carros populares por lá…). A grande sacada está no prazer de dirigir e, por incrível que pareça, na economia de combustível (média de 8,5 km/l), mesmo num período de uso (370 km) onde além de me deslocar para trabalhar, também estava testando as habilidades do “foguete inesperado”. Nos testes padronizados, ele faz mais de 8 km/l na cidade e quase 12 km/l na estrada.

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Renegade ou Corola Cross?

Desde que usei o Corolla Cross como carro reserva ao Renegade, muita gente me perguntou qual eu gostei mais. O dono da oficina que eu devolvi o Corolla, me fez a mesma pergunta, e se surpreendeu ao ver que minha resposta não era “claro que o Corolla Cross”.

Cabe explicar:

Um Corolla Cross 2023 (CC) igual ao que dirigi (2021) custa hoje a partir de R$ 160 mil reais. Um Jeep Renegade Longitude 2023 (JRL) custa hoje R$ 140 mil reais (1.3 turbo), o que comparei é um 2020 (1.8 aspirado). No aspecto preço, o JRL sai ganhando.

O CC tem câmbio CVT, o melhor que já usei, mas segue indeciso em situações de subida de serra e ultrapassagens, com 10 marchas pré-programadas nas trocas manuais na alavanca, tem nesta opção as melhores reações de um CVT que já usei. O JRL tem câmbio de seis marchas, convencional. com trocas manuais na alavanca ou nas borboletas no volante. Gosto mais do JRL.

O motor do CC é um 2.0 bem moderno, já o JRL tinha um desatualizado 1.8 derivado da FIAT. O CC é muito melhor, anda muito mais e bebe bem menos. Gosto mais do CC.

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Toyota Corolla Cross XR 21/22, 2.0 flex, CVT.

O Toyota Cross é uma projeto interessante desde que se olhe para ele pela lateral, com perfil alongado e para-lamas salientes, transmite uma imagem que denota dinamismo e elegância. A grade frontal destoa, parece ter saído de outro projeto (chinês ou coreano). A primeira impressão é de um crossover, alto do chão, mas com altura total inferior aos SUVs da mesma categoria. A XR é a versão de entrada da linha.

No interior espaçoso, a tela do multi-media é fixa sobre o painel, e tem funções nada intuitivas. O espelhamento do celular é difícil. Por outro lado, a agenda e o telefone funcionam facilmente.

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VW Virtus 2019/2020, 1.6 flex, aspirado, automático de seis marchas. Avaliação do cordeiro em pele de lobo…

Aluguei em Brasília um Virtus, com 36 mil km rodados. Desde os primeiros kms, me chamaram a atenção a robustez da carroceria, a integridade dos acabamentos e a solidez da suspensão. Usado por diversos motoristas, o Virtus não se abalou com os poucos cuidados que os usuários variados acabaram dispensando ao carro. O visual externo é bem atual e elegante.

Os materiais são de boa qualidade, são bem moldados e montados, mas não transparecem qualquer luxo, a aparência é espartana. Para um carro que é vendido 0 km por mais de R$ 90.000,00, esperava algo menos franciscano.

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JEEP Renegade 2020, Longitude 1.8 flex, automático, 6 marchas, chega aos 10.000 km.

Meu Renegade (alugado em contrato de longo prazo) chegou aos 10.000 km sem maiores problemas ou modificações da minha opinião sobre o carro, externada aqui em alguns posts onde o Renegade é a referência.

Farei neste post um apanhado, sobre aquilo que considero relevante para um potencial futuro proprietário saber, sem precisar se basear na vivência curta dos testes publicados em sites especializados.

Aos 7.400 km o Renegade foi para a revisão de um ano. Usei a facilidade do meu contrato de locação e um motorista veio pegar o carro, anotou os dois problemas de ruidos, levou para a concessionária mais próxima (em Botafogo no Rio de Janeiro) e o trouxe de volta.

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Tiggo 8, turbo GDI é tudo o que o anúncio na TV transparece ser ?

A CAOA fez um ótimo trabalho ao trazer a produção dos carros da Chery para o Brasil e incorporar padrões de qualidade e atualização tecnológica em seus veículos. A linha Tiggo ficou bem mais bonita e incorpou vários avanços com relação aos modelos Chery pré-CAOA.

No caso do Tiggo 8 GDI, o anúncio veiculado na TV transparece ser um carro acima do que de fato é. Vamos aos fatos: Continuar lendo

Jeep Renegade Longitude 2020, avaliação dos primeiros 2.000 km.

Meu Jeep Renegade chegou aos 2.000 km. Para ter uma ideia qual o combustível mais adequado, usei etanol os primeiros 1.000 km e gasolina comum nos 1.000 seguintes. O tipo de uso foi similar nos dois períodos, restrito ao trânsito urbano do Rio de Janeiro.

Como moro no Rio, vou usar a referência de preços daqui, mas a conta pode ser ajustada para a realidade de cada usuário. No ultimo dia que abasteci, no posto que uso sempre, o etanol custava R$ 3,499 e a gasolina comum R$ 4,479.

Nos primeiros 1.000 km (média de 23,5 km/h), o Renegade Continuar lendo

Fiat 500 Sport 2014, 1.4, automático de 6 marchas, flex, chega aos 50.000 km.

Este FIAT 500, fabricado no México, chega aos 50.000 km confirmando suas muitas qualidades e alguns defeitos, sem grandes surpresas para os usuários.

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Jeep Compass 2014, 2.0, gasolina, automático CVT, 4×2 FWD, avaliação final.

Fiz ao longo tragetória do uso deste Compass, que comprei 0km em 2014, uma série de avaliações, as quais publiquei aqui no blog.

Nesta avaliação final, feita depois de passados mais de dois meses da venda, avalio os pontos fortes e fracos no convívio de mais de cinco anos e quase 60 mil km com o Jeep.

Como pontos fortes destaco: Continuar lendo