Jeep Renegade Longitude T270, 1.3 litros, câmbio automático de 6 marchas, chega aos 30 mil km.

Meu contrato de assinatura (com a MEOO) chegou ao fim, com 36 meses e o Renegade foi devolvido com 30.050 km, e com ótima aparência (interna e externa) e os problemas já relatados aqui no BLOG.

Desde que completou 24 meses, o Renegade apresentava os seguintes problemas:

  • barulho de peça solta na coluna de direção, na altura do volante (não foi resolvido, mas não agravou)
  • barulho na suspensão dianteira, requerendo aperto (não foi resolvido, e agravou um pouco)
  • instabilidade do motor/câmbio em baixas velocidades, quando usando etanol o problema se agravava ((não foi resolvido, mas não agravou)
  • dificuldade de pegar com motor frio, quando usando etanol o problema se agravava (não foi resolvido, me obrigando a usar apenas gasolina)
  • palhetas do limpador de para-brisa desgastadas ((não foi resolvido, e piorou)
  • rangido no pedal do freio (presente desde antes de completar um anos de uso) (não foi resolvido, mas não agravou)
  • necessidade de alinhamento da direção (não foi resolvido, mas não agravou)
  • barulho na forração da porta do motorista, ao encostar a perna ao dirigir (não foi resolvido, e piorou)

Como relatei, a revisão de “dois anos” ficou a cargo de um centro de atendimento da LOCALIZA, em São Conrado, no Rio de Janeiro. O Jeep foi levado para uma oficina “parceira”, no bairro Itanhangá, na qual eu não entregaria nem minha histórica Caloi-10 para fazer uma manutenção….

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Jeep Renegade 2023/2024 1.3 turbo flex, automático, chega aos 10.000 km.

O Jeep Renegade 2023/2024 1.3 turbo flex, automático, seis marchas, chega aos 10.000 km, sem grandes ocorrências.

Todos me perguntam sobre o motor, se apresenta problemas, se consome óleo, se “bebe muito” e se anda bem. Respondo:

  • o motor não apresentou problemas,
  • chega aos 10 mil km com o nível de óleo no mínimo aceitável (marcado na vareta),
  • está com média de 7,5 km/l de etanol nos últimos 2.500 km rodados (com média de 24 km/h),
  • anda muito bem, com respostas rápidas ao acelerador, principalmente se acionado o modo SPORT.

Ou seja, o motor bebe pouco, anda bem e (ainda) não apresentou problemas. O consumo de óleo é razoável, mas acima do que observei no “primo” mais velho, com motor 1.8 flex, que não baixada o nível de óleo entre as trocas a cada 12 mil km (veja as avaliações publicadas neste blog).

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Jeep Renegade Longitude 2024, 1.3 turbo, 4 cilindros, flex, automático.

Depois de fazer um test-drive na versão S do Renegade (o atual topo da linha), negociar a compra do Longitude com a concessionária Jeep, acabei por voltar a negociar com a locadora, que melhorou as condições do contrato de aluguel por 36 meses. Peguei o Jeep alugado há dois meses e meio e já rodei quase 1.500 km.

Como esta nova versão tem MUITAS diferenças da anterior, que havia alugado em Fev/2020, vou fazendo a avaliação em alguns posts, para a leitura não ficar cansativa. Neste primeiro, vou me concentrar no novo motor e na suspensão.

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