Jeep Renegade Longitude 2024, 1.3 turbo, 4 cilindros, flex, automático.

Depois de fazer um test-drive na versão S do Renegade (o atual topo da linha), negociar a compra do Longitude com a concessionária Jeep, acabei por voltar a negociar com a locadora, que melhorou as condições do contrato de aluguel por 36 meses. Peguei o Jeep alugado há dois meses e meio e já rodei quase 1.500 km.

Como esta nova versão tem MUITAS diferenças da anterior, que havia alugado em Fev/2020, vou fazendo a avaliação em alguns posts, para a leitura não ficar cansativa. Neste primeiro, vou me concentrar no novo motor e na suspensão.

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Chevrolet TrailBlazer LT 2021, 1.5 turbo, CVT.

Aluguei o TrailBlazer (TB) americano, que não tem nada em comum com o SUV gigante que foi vendido no Brasil. É um SUV compacto, um pouco maior que os nossos Trackers de gerações anteriores à atual.

Apesar da quilometragem elevada (23 mil milhas), o TB se mostrava sólido, suspensão justa, interior silencioso, e acabamentos integros, um feito para um carro usado por muitos motoristas, alguns sabidamente sem nenhum cuidado com o bem alheio…

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Avaliação final aos 35.400 km com o Renegade Longitude 1.8 Flex, automático, 2020.

Depois de 42 meses, meu contrato de aluguel terminou com a Localiza (agora rebatizada Localiza Meoo). Posso dizer que o próximo proprietário (a Localiza vende os seus “semi-novos”) vai comprar um carro em excelente estado.

A suspensão resistiu bem à buraqueira do Rio de Janeiro. As partes de acabamento do interior, também demonstraram boa resistência e não apresentaram rangidos ou vibrações. Os bancos de couro estavam como novos, apesar de eu não ter feito nenhuma hidratação no período de uso.

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Jeep Renegade S, 2023-2024, 1.3 turbo, flex, 4×4. Test-drive.

Meu contrato de assinatura do Renegade Longitude 1.8 Flex 2020, está acabando e passei a cogitar a compra de um carro 0km, já que os valores das mensalidades das assinaturas subiram muito.

Fui avaliar o Renegade Longitude 1.3 T, o Tracker Premier 1.2 T, o Corolla Cross 2.0 aspirado, e o Honda HRV 1.5 aspirado.

Fiz um test drive no Renegade S, pois o Longitude estava indisponível no momento. São poucas as diferenças entre as duas versões, mas são importantes (tração 4×4 é a principal, depois o câmbio de 9 marchas, os aros de 19 polegadas e alguns detalhes eletrônicos). O que eu queria avaliar era a mecânica 1.3 turbo, comum às duas versões e ela me conquistou.

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Toyota Corolla LE 2021/22, automático CVT, gasolina.

Aluguei nos EUA este Corolla 2022 americano, na categoria dos compactos da locadora, esta não foi uma escolha minha, mas os Corollas eram as 2 únicas opções na categoria que reservei. O carro já estava com mais de 34 mil milhas rodadas, ou seja, estava com cerca de 55 mil km rodados e, seu estado geral era bastante sólido (suspensão firme e motor/câmbio como funcionamento normal, sem ruídos anormais).

Fiquei impressionado pela simplicidade espartana deste Toyota. Também me surpreendeu a pouca altura do carro, que, pelo menos no Brasil, tem público certo na terceira idade (como diz minha mulher…”carro de idoso”, e o faz com propriedade, já que ambos passamos dos 60). O banco fica perto do solo e é difícil entrar e sair. O espaço interno, na frente e atrás é muito bom para a categoria. O porta-malas é bem espaçoso e tem fácil acesso.

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Renegade Longitude 2020 1.8 Flex, automático, chega aos 25.000 km.

O Renegade que uso sob aluguel de longo prazo (42 meses) chegou aos 25 mil km sem maiores surpresas e aos 30 meses de uso.

A maioria das qualidades que poderiam se deteriorar com o uso está preservada (robustez da suspensão, baixo nível de ruídos de carroceria, suspensão e acabamentos, boa qualidade do sistema multi-mídia, entre outras).

Alguns pontos já demonstram desgaste, como a aparência da pintura (não dei qualquer tratamento na pintura, além do carro ser lavado semanalmente, apenas com água e pano de malha de algodão). O perolizado da pintura já não brilha como novo. Os acabamentos de material polimérico preto que emolduram as janelas das portas já apresentam deformações, denotando influência dos raios UV (o carro é guardado em garagem). O mesmo acontece nas longarinas do teto.

Na parte mecânica o consumo de combustível baixou (nos últimos 2 mil km, rodando a gasolina e fazendo média de 26,7 km/h o Renegade marcou média no computador de 9,1 km/l, o que é bastante razoável para o peso e formato do carro e considerando que a maioria deste percurso foi feito dentro da cidade do Rio de Janeiro).

É interessante observar a influência da velocidade média no consumo, numa amostragem mais longa, de 4.500 km, com média de 24,9 km/h, o consumo médio cai para 8,6 km/litro. Neste caso, o sistema start-stop mostra a sua eficiência, pois esperava um aumento de consumo mais significativo.

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JEEP RENEGADE 2020, 1.8 flex, automático, chega aos 20 mil km rodados.

O “meu” Renegade alugado chegou aos 20 mil km, só depois de 28 meses de uso, são os efeitos da pandemia…

A locadora levou para a revisão, com duas reclamações minhas: barulho nos suportes superiores dos amortecedores dianteiros (situação comum em muitos carros do grupo JEEP-FIAT-etc) e barulho no banco do passageiro, quando ocupado.

Ambos já se apresentavam desde o carro novo, mas agora a Jeep prestou atenção e resolveu os dois. A locadora acatou a sugestão da concessionária de trocar a bateria, o que eu não teria feito se o carro fosse meu (não havia sinais de mal funcionamento e a bateria, por conta do start-stop, tem capacidade e vida útil bem superiores às baterias normais).

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MUSTANG 2022, 4 CILINDROS TURBO, AUTOMÁTICO, 10 MARCHAS.

Já publiquei um post neste blog quando dirigi um Mustang GT, V8… com mais de 400 HP, ele era um foquete esperado. Fiquei muito curioso, desde que a Ford lançou esta versão “de entrada”, com motor 2.3 litros, com turbo, e “meros” 27 mil dólares de preço. Queria saber se este motor daria conta do recado, mas logo descobri que, definitivamente DÁ !

Esta versão é um carro simples e barato (para os padrões americanos), custa o mesmo que um Honda Civic ou um Toyota Corolla (carros populares por lá…). A grande sacada está no prazer de dirigir e, por incrível que pareça, na economia de combustível (média de 8,5 km/l), mesmo num período de uso (370 km) onde além de me deslocar para trabalhar, também estava testando as habilidades do “foguete inesperado”. Nos testes padronizados, ele faz mais de 8 km/l na cidade e quase 12 km/l na estrada.

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Renegade ou Corola Cross?

Desde que usei o Corolla Cross como carro reserva ao Renegade, muita gente me perguntou qual eu gostei mais. O dono da oficina que eu devolvi o Corolla, me fez a mesma pergunta, e se surpreendeu ao ver que minha resposta não era “claro que o Corolla Cross”.

Cabe explicar:

Um Corolla Cross 2023 (CC) igual ao que dirigi (2021) custa hoje a partir de R$ 160 mil reais. Um Jeep Renegade Longitude 2023 (JRL) custa hoje R$ 140 mil reais (1.3 turbo), o que comparei é um 2020 (1.8 aspirado). No aspecto preço, o JRL sai ganhando.

O CC tem câmbio CVT, o melhor que já usei, mas segue indeciso em situações de subida de serra e ultrapassagens, com 10 marchas pré-programadas nas trocas manuais na alavanca, tem nesta opção as melhores reações de um CVT que já usei. O JRL tem câmbio de seis marchas, convencional. com trocas manuais na alavanca ou nas borboletas no volante. Gosto mais do JRL.

O motor do CC é um 2.0 bem moderno, já o JRL tinha um desatualizado 1.8 derivado da FIAT. O CC é muito melhor, anda muito mais e bebe bem menos. Gosto mais do CC.

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