O desenvolvimento do mercado do Arla 32, agente líquido redutor de emissões de óxidos de nitrogênio (NOx), foi tema de workshop no Rio na última semana.
Os participantes do evento tiveram o propósito de consolidar o Continuar lendo
O desenvolvimento do mercado do Arla 32, agente líquido redutor de emissões de óxidos de nitrogênio (NOx), foi tema de workshop no Rio na última semana.
Os participantes do evento tiveram o propósito de consolidar o Continuar lendo
Último POST desta série de mitos da Internet, o décimo mito é:
Esta recomendação é muito pertinente. Se o motor admitir água pelo filtro de ar (identifique a entrada de ar do seu filtro) o dano ao motor será muito grande, pistões, bielas, válvulas e eixo de manivelas podem ser inutilizados. O reparo sairá bem caro.
Seguindo a sequência de POSTS sobre os mitos da Internet, o nono mito é:
A frase inicial está correta mas a razão não é a descrita. Com o carro desligado, a bomba não funciona e o auxílio hidráulico não existe, assim todo o esforço será feito sobre componentes que não foram projetados para tal, o que não é bom para os componentes, que podem falhar.
Já a recomendação de não deixar a direção completamente esterçada por muito tempo é correta (e recomendada na maioria dos manuais dos carros).
Seguindo a sequência de POSTS, que comentam os mitos da Internet, o oitavo mito é:
Frear antes do buraco é muito conveniente. Quanto mais devagar ao carro abordar o buraco tanto melhor (regra geral, não absoluta).
Deixar a roda cair no buraco com os freios acionados é que é ruim. A suspensão, os freios e os pneus lidarão realmente muito melhor com a depressão se os freios estiverem desaplicados, ou seja, com as rodas girando livremente.
Seguindo a série de POSTS em que comento os mitos da Internet, o sétimo mito é:
Quanta bobagem! Nenhum sistema dos carros modernos e comuns à venda “programa a lubrificação” do motor. Os sistemas monitoram a Continuar lendo
Seguindo a sequência de POSTS sobre os mitos, o sexto é:
Um exagero! Dar a última acelerada é desnecessário, mas não danificará o motor, pois, nos carros com injeção a gasolina injetada será queimada. Nos carros carburados a última acelerada realmente ia levar combustível não queimado para dentro dos cilindros, hábito comum nos donos de carros e motos equipados com motores de dois tempos (antigos carros da DKW/Vemag, além de motos da Yamaha e Suzuki, por exemplo), pois seus motores eram lubrificados pelo óleo misturado ao combustível.
Seguindo a série de POSTS sobre os mitos da Internet, o quinto mito é:
Nossa! Que pérola! Empurrar o carro e fazê-lo pegar não estraga nada no carro, desde que essa operação não seja feita sempre.
Se a bateria estiver em curto, o sistema realmente não funcionará. Se na “chupeta” os polos forem invertidos, é possível que componentes se queimem. Os resto é FALSO ou incrivelmente exagerado!
No caso de fazer uma “chupeta” tome cuidado para que o cabo ligado no positivo da bateria não encoste em partes metálicas da carroceria e do motor, pois haverá curto-circuito (eles estão “aterrados” ao negativo da bateria).
Seguindo a série de POSTS, o quarto mito é:
Este é verdadeiro! Além de ser uma prática perigosa. Num carro com injeção, descendo engatado uma ladeira, o sistema interpreta a situação e corta o combustível, mantendo o motor ligado e impulsionado pela transmissão. Se o carro estivesse em ponto-morto, seria necessário queimar combustível para manter o motor funcionando em marcha lenta e acionando os dispositivos “pendurados” no motor (arrefecimento, alternador, ar condicionado, etc).
Seguindo a sequência de POSTS, o terceiro mito é:
Este é MITO. Não há estudo sério que comprove a melhor maneira de “atacar” um quebra-molas. Se houver um estudo para um carro, não valerá para os demais, pois cada um tem um tipo de suspensão, pneus diferentes, carrocerias / estrutura diferentes, ou seja, é puro “achismo” afirmar que é melhor abordar o quebra molas de frente.
Dizer que pode empenar o monobloco chega a parecer piada! Eu costumo abordar em diagonal. Preferência pessoal.
Seguindo a série iniciada no POST anterior, a segunda situação descrita é:
Esta também é uma atitude imprópria, mas com resultados nocivos que levarão mais tempo para aparecer, se comparado ao “pé apoiado na embreagem”. A prática deve ser evitada, pois o peso da mão sobre a alavanca de marchas sobrecarrega de fato os componentes do trambulador, que não foram dimensionados para tal.