Toyota Corolla Cross XR 21/22, 2.0 flex, CVT.

O Toyota Cross é uma projeto interessante desde que se olhe para ele pela lateral, com perfil alongado e para-lamas salientes, transmite uma imagem que denota dinamismo e elegância. A grade frontal destoa, parece ter saído de outro projeto (chinês ou coreano). A primeira impressão é de um crossover, alto do chão, mas com altura total inferior aos SUVs da mesma categoria. A XR é a versão de entrada da linha.

No interior espaçoso, a tela do multi-media é fixa sobre o painel, e tem funções nada intuitivas. O espelhamento do celular é difícil. Por outro lado, a agenda e o telefone funcionam facilmente.

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IPVA 2022 no Rio de Janeiro

Chegou Janeiro, o mês dos impostos, em 2022 com a surpresa do aumento do IPVA, por conta do valor de referência dos usados, que subiram muito de preço no ano de 2021.

Fique atento às datas:

Final de PlacaVencimentos  
 Cota Única ou 1ª parcela2ª parcela3ª parcela
021/jan21/fev23/mar
124/jan23/fev25/mar
225/jan24/fev28/mar
326/jan25/fev29/mar
427/jan03/mar04/abr
528/jan04/mar05/abr
631/jan07/mar06/abr
701/fev08/mar07/abr
802/fev09/mar08/abr
903/fev10/mar11/abr

O Seguro Obrigatório não será cobrado em 2022, pois ainda há saldo no balanço dos valores pagos nos anos anteriores (nem tudo que o atual governo federal faz está errado…).

A GRT (taxa de licenciamento) no Rio de Janeiro pode ser obtida em:

https://www.ib7.bradesco.com.br/ibpfdetranrj/debitoVeiculoRJGrtConsultaRenavam.do

Já a GRD (IPVA), no Rio de Janeiro, pode ser obtida em:

https://www.ib7.bradesco.com.br/ibpfdetranrj/debitoVeiculoRJLoader.do

Já que falamos dos híbridos, também vamos falar sobre os carros elétricos que estão sendo oficialmente importados e vendidos no Brasil.

A Chevrolet suspendeu temporariamente a venda do hatch BOLT, já a Ford, a Kia e a VW não tem por aqui modelos elétricos.

A Renault vende o ZOE (385 km de autonomia e preço de R$ 205 mil). Ela também vende o utilitário KANGOO ZE.

A Mini vende o Mini-E por R$ 240 mil. A Fiat tem o 500E (460 km de autonomia e R$ 230 mil).

A JAC tem cinco opções (para minha surpresa): o E-JS1 (hatch, 300 km de autonomia e R$ 160 mil), o IEV20 (hatch, 400 km de autonomia e R$ 170 mil), o E-J7 (sedã, 400 km de autonomia e R$ 260 mil), o E-JS4 (SUV, 400 km de autonomia e R$ 260 mil), o IEV-40 (SUV, 300 km de autonomia e R$ 190 mil) e a IEV330P (picape, 320 km de autonomia e R$ 330 mil).

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Já que falamos em híbridos, vamos esclarecer sobre os principais tipos de carros híbridos que estão à venda no Brasil.

O híbrido mais frequente é o “full hybrid”, que tem um motor a combustão que participa da tração do veículo (movimento) e também aciona um gerador que carrega as baterias de tração, estas (um grande conjunto) aciona um motor elétrico, capaz de movimentar sozinho o carro, quando as baterias estão carregadas. Os tecnicamente mais evoluidos são capazes de gerenciar a força dos dois motores (combustão e elétrico) para, em conjunto, otimizarem a performance ou a economia do carro. Nestes carros a energia das frenagens é convertida em carga elétrica para as baterias, otimizando a condução destes híbridos principalmente no trânsito urbano.

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Comprar um híbrido usado?

Minha amiga Gabi andou num carro hidrido comprado usado pelo motorista, ainda pouco rodado e dentro da garantia (do carro em geral e das baterias). Ela, impressionada com o que ouviu, me perguntou o que eu achava, se uma compra destas valia a pela, pois o motorista disse que tinha pago 140 mil reais, o carro fazia 17 km/l e que agora já valia mais do que ele pagou, por conta do galopante aumento da gasolina.

Para surpresa da minha amiga, discordei de quase tudo…inferindo que o carro ainda não é plug-in (na versão 2020), ou seja, o carro não pode ser carregado em carregadores residenciais ou comerciais, apenas o motor a combustão e o sistema regenerativo carregam as bateriais (isso quer dizer que todas as cargas que as bateriais recebem serão pagas pelo usuário).

Vamos por partes….

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VW Virtus 2019/2020, 1.6 flex, aspirado, automático de seis marchas. Avaliação do cordeiro em pele de lobo…

Aluguei em Brasília um Virtus, com 36 mil km rodados. Desde os primeiros kms, me chamaram a atenção a robustez da carroceria, a integridade dos acabamentos e a solidez da suspensão. Usado por diversos motoristas, o Virtus não se abalou com os poucos cuidados que os usuários variados acabaram dispensando ao carro. O visual externo é bem atual e elegante.

Os materiais são de boa qualidade, são bem moldados e montados, mas não transparecem qualquer luxo, a aparência é espartana. Para um carro que é vendido 0 km por mais de R$ 90.000,00, esperava algo menos franciscano.

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Preços altos do etanol e da gasolina requerem atenção redobrada ao abastecer.

A mais nova disparada dos preços do etanol e da gasolina requerem mais do que nunca atenção na tomada de decisão de qual combustível escolher.

Já detalhei aqui no BLOG uma forma bem precisa de reconhecer o consumo médio de seu carro com cada combustível, já que a decisão acertada depende de cada conjunto – carro/motorista/tipo de uso/preços dos combustíveis.

Neste post vou simplificar, usando os dados colhidos com meu Jeep Renegade 2020 Longitude Flex automático,a partir de minhas observações ao longo de quase um ano e meio de uso (e pouco mais de 11 mil km).

No último abastecimento anotei no posto R$ 5,097 para o etanol e R$ 6,297 para a gasolina comum.

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JEEP Renegade 2020, Longitude 1.8 flex, automático, 6 marchas, chega aos 10.000 km.

Meu Renegade (alugado em contrato de longo prazo) chegou aos 10.000 km sem maiores problemas ou modificações da minha opinião sobre o carro, externada aqui em alguns posts onde o Renegade é a referência.

Farei neste post um apanhado, sobre aquilo que considero relevante para um potencial futuro proprietário saber, sem precisar se basear na vivência curta dos testes publicados em sites especializados.

Aos 7.400 km o Renegade foi para a revisão de um ano. Usei a facilidade do meu contrato de locação e um motorista veio pegar o carro, anotou os dois problemas de ruidos, levou para a concessionária mais próxima (em Botafogo no Rio de Janeiro) e o trouxe de volta.

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Tração 4×4 é sempre para o offroad?

Um programa de TV na semana passada tratou do assunto e trouxe dúvidas aos leitores. Já tratei deste tema aqui no BLOG mas não custa fazer uma revisada rápida…

Tração nas 4 rodas quer dizer que o veículo recebe, no eixo dianteiro e no traseiro traseiro, a força do motor (no jargão popular).

Um 4×4 como eram os Jeeps Wyllis/Ford, fabricados aqui no Brasil até a década de 1980, havia uma diferencial traseiro, um diferencial dianteiro e uma caixa de transferência, acionada manualmente por alavanca no assoalho do Jeep, onde se podia escolher, tração traseira, tração 4×4 e tração 4×4 reduzida. O saudoso jipe da ENGESA, também fabricado no Brasil, tinha o mesmo esquema, mas a caixa de transferência não tinha reduzida, as opções eram: tração traseira e tração 4×4.

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Seu carro está na garantia de fábrica? Enguiçou em um lugar remoto? Preste atenção à esta dica…

Se seu carro está na garantia de fábrica e você teve uma avaria ou defeito num lugar remoto, onde não haja uma concessionária, e você precisou fazer o reparo num mecânico não autorizado, que cuidados tomar?

Para que a peça substituida em emergência seja trocada pela original quando você puder chegar à uma concessionária, é fundamental que você guarde a peça defeituosa, caso contrário a concessionária não fará a substituição.

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