Jeep Renegade Longitude T270, 1.3 litros, câmbio automático de 6 marchas, chega aos 30 mil km.

Meu contrato de assinatura (com a MEOO) chegou ao fim, com 36 meses e o Renegade foi devolvido com 30.050 km, e com ótima aparência (interna e externa) e os problemas já relatados aqui no BLOG.

Desde que completou 24 meses, o Renegade apresentava os seguintes problemas:

  • barulho de peça solta na coluna de direção, na altura do volante (não foi resolvido, mas não agravou)
  • barulho na suspensão dianteira, requerendo aperto (não foi resolvido, e agravou um pouco)
  • instabilidade do motor/câmbio em baixas velocidades, quando usando etanol o problema se agravava ((não foi resolvido, mas não agravou)
  • dificuldade de pegar com motor frio, quando usando etanol o problema se agravava (não foi resolvido, me obrigando a usar apenas gasolina)
  • palhetas do limpador de para-brisa desgastadas ((não foi resolvido, e piorou)
  • rangido no pedal do freio (presente desde antes de completar um anos de uso) (não foi resolvido, mas não agravou)
  • necessidade de alinhamento da direção (não foi resolvido, mas não agravou)
  • barulho na forração da porta do motorista, ao encostar a perna ao dirigir (não foi resolvido, e piorou)

Como relatei, a revisão de “dois anos” ficou a cargo de um centro de atendimento da LOCALIZA, em São Conrado, no Rio de Janeiro. O Jeep foi levado para uma oficina “parceira”, no bairro Itanhangá, na qual eu não entregaria nem minha histórica Caloi-10 para fazer uma manutenção….

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