Os carros, os vinhos, os preços e a ditadura dos especialistas (repostando, atualizado).

Publiquei este  POST em 2015 e há vários comentários sobre ele até hoje. Resolvi republicá-lo atualizado.

Em 1970 um conhecido meu, o Azevedo, voltou ao Brasil, vindo de missão diplomática na Alemanha. Trouxe de lá uma Mercedes 220, bege, linda. Numa época de taxas de câmbio e impostos de importação absurdos, importar uma Mercedes sem impostos era uma forma de fazer um “pé de meia” ao vender o carro aqui.

A estratégia do Azevedo falhou no modelo, era um 220. O mercado pedia os maiores, de 280 pra cima. Um 220 era visto como um “táxi da Europa” e não agradava os endinheirados daqui que, mesmo naquela época, já eram habituées por lá.

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